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Startup

Sem fórmula secreta

Passo a passo para começar uma startup de sucesso

22/02/17
Debora Chagas

Debora Chagas

Coordenadora Estadual da Startups e Economia Digital do SEBRAE RS

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Errar faz parte do aprendizado, e o erro deve ser valorizado.

Seria ótimo se existisse uma fórmula que fizesse com que todos os nossos projetos de startups fossem bem sucedidos, não é mesmo? Bem, não existe nem a fórmula e nem apenas um tipo de sucesso. Mas isso não significa que não seja possível refletir sobre o assunto e pensar em práticas que ajudem a empresa a se desenvolver. Por isso, destacamos alguns pontos importantes na hora de criar sua startup.

Confira:

1) Entenda o conceito

As startups são empresas iniciantes, em geral com baixo custo de manutenção, mas com potencialidade de crescimento e geração de lucro rápidos. Mas nem toda empresa pequena é uma startup. O que mais se convencional na área de negócios é entender o termo como um grupo de pessoas que pretenda buscar um modelo de negócio que seja escalável. Elas costumam lidar com cenários de incerteza e buscam poder repetir a fórmula de sucesso quando ela dá certo.

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2) Forme uma equipe com habilidades complementares

Para montar um bom time é necessário encontrar parceiros que possuam habilidades complementares. “Não convide para ser seu sócio aquela pessoa que se formou no mesmo lugar que você, conhece as mesmas pessoas e tem as mesmas ideias. As pessoas precisam se complementar, técnica e estrategicamente”, diz Thomás Capiotti, presidente da Associação Gaúcha de Startups (AGS). De acordo com ele, eventos voltados para empreendedores são boas oportunidades para encontrar parcerias de negócios que estão em busca de mentorias e qualificações.

3) Resolva um problema real

Um detalhe importante é ter a clara noção de que você está resolvendo um problema dos potenciais clientes. O produto não pode apenas ser algo que o empreendedor ache bacana. Além de estar baseado em uma demanda real, é fundamental ter um diferencial que seja relevante no mercado. “O pilar principal para resolver o problema é criar protótipos do produto”, afirma Capiotti.

4) Teste suas ideias no mercado

De acordo com o professor da Faculdade de Informática da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Facin/PUCRS) Rafael Chanin, o principal elemento para que um negócio decole é a experimentação.

– É preciso colocar uma ideia em prática, ajustar, avaliar e fazer de novo, mesmo que o processo seja repetido muitas vezes –  explica Chanin.

Esse processo de experimentação deve continuar até que os recursos acabem. Não apenas os financeiros, mas também o tempo ou a empolgação para levar a ideia adiante. Por isso, deve-se trabalhar em ciclos muito rápidos de prototipação. Metodologias como Business Model Canvas e o Lean Canvas podem ajudar a entender se sua ideia é viável.

5) Construa um modelo de negócio escalável e inovador

Os negócios de uma startup precisam ser escaláveis, ou seja, replicáveis em grande escala sem comprometer a estrutura da empresa e com pouco risco de erro. Para isso, Capiotti recomenda desenvolver um benchmarking amplo e uma pesquisa de mercado para identificar se o nicho pretendido está saturado, se existem grandes players concorrendo e quais as possibilidades de inovação no ramo.

6) Lide com medos e desafios para chegar ao sucesso

Para Chanin, o principal desafio para os novos empreendedores é lidar com o medo. Entretanto, errar faz parte do aprendizado e deve ser valorizado.

– É como o jogador que chuta o pênalti. Se ele errar, será escrachado. Mas se não fizer, não tem como ganhar o jogo. No final, o que importa é que ele foi lá e fez. O resultado negativo não deve nos derrubar – comenta.

O conceito de sucesso também é algo discutível e depende muito das expectativas do empreendedor. Não necessariamente o seu serviço precisa atingir um grande público, por exemplo, se o objetivo não é esse. Lucratividade nem sempre é o elemento decisivo. Se você pretende resolver um problema social, a sustentabilidade pode até ser mais importante.

– Precisamos aprender quando é o momento de olhar para fora e quando devemos entender que o que importa é o que faz sentido para nós mesmos – conclui.

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