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Redes de cooperação e tecnologia são alternativas para impulsionar os pequenos negócios

06/10/15

Da Redação

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Empresas apoiadas pelo SEBRAE/RS se unem para enfrentar a crise

Da Redação

Redes de Cooperação são formadas por empresas do mesmo segmento que se unem para competir (Foto: Banco de Imagens)

Santa Maria – A associação faz a força. Não é de hoje que os empresários se aliam para comprar melhor e ganhar espaço para suas marcas, mas em um cenário de crise as redes de cooperação se tornam uma saída para a sobrevivência. O SEBRAE/RS apoia 27 redes com esse formato em todo Estado. São empresas de varejo de móveis, materiais de construção, comércio de autopeças e farmácias e até um projeto de polo gastronômico, que seguem princípios semelhantes.

Para o coordenador de redes pelo SEBRAE/RS, Fabiano Zórtea, o formato existe para ser uma alternativa para os pequenos negócios competirem no mercado. A cooperação traz vários benefícios. “As empresas conseguem fazer compras conjuntas e ganham poder de barganha, devido ao maior volume de itens e melhores condições de negociação”, cita. Outro aspecto importante das redes é a possibilidade de consolidação de marca, com uma atuação mais ampla para alcançar o reconhecimento dos consumidores a partir de estratégias de marketing compartilhado. Basicamente, elas são uma alternativa para ganho de escala, em todos os fatores, inclusive no estoque. “Em um cenário de economia desfavorável, é ainda mais relevante a união dos pequenos negócios para reduzir custos fixos e se manterem vivos. Não é só uma questão de competitividade, mas de sobrevivência”, ressalta Zórtea.

A tecnologia também é aliada para a redução de custos. O gestor de projetos da Regional Centro do SEBRAE/RS Carlos Henrique Karsten Junior destaca que as empresas estão fazendo uso de ferramentas e aplicativos como WhatsApp e Skype para trocar informações, fazer reuniões e até comprar mais barato. É o caso da Rede Central de Pneus, com sede em Santa Maria. Com 23 associados, o grupo tinha dificuldade de se reunir pela distância entre as unidades. Avelino Antonio Trindade Baldez, responsável pelo setor de negociações e com duas lojas em Santa Maria, relata que são realizadas reuniões semanais e um encontro mensal, mas empresários que ficavam em até 300 quilômetros da sede tinham dificuldade de comparecer. “Instalamos um sistema de videoconferência, no qual todos podem participar e se manter informados sobre as negociações”, conta. Para Baldez, a ferramenta é importante, pois facilita a integração dos associados.

Outro exemplo é a Redecar, também de Santa Maria. “Antes trocávamos mensagem por SMS e agora por WhatsApp”, conta Cristiano Colvero, vice-presidente da rede que conta 20 associados entre oficinas mecânicas e autopeças. Com a crise, as reuniões pessoais, que aconteciam mensalmente, ficaram mais difíceis, e a tecnologia é a forma de manter o contato e trocar informações técnicas sobre fornecedores, preços de produtos, e até treinamentos. “Há alguns resistentes, mas para eles ainda existe o telefone ou email”, comenta o empresário.

Até o Polo Gastronômico, que se formou no início do ano na região, já está desfrutando dos benefícios da atuação conjunta. São 60 empreendimentos participantes em Santa Maria e região. “Embora não seja ainda uma rede de cooperação, o grupo utiliza o WhatsApp para se informar sobre promoções, onde conseguir determinados produtos e outras informações relevantes para seus negócios”, relata Karsten Junior.

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