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Oportunidades em geração de energia elétrica

Fórum inédito no Rio Grande do Sul discutiu de que forma residências, indústrias, comércio e propriedades rurais podem gerar seu próprio insumo e economizar

15/08/17

Da Redação

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Porto Alegre – A geração distribuída de energia elétrica a partir de fontes renováveis já é uma realidade do mercado e muitos consumidores estão se beneficiando dessa forma de produção. Sem depender exclusivamente das grandes companhias estatais ou privadas, residências, indústrias, comércio e propriedades rurais conseguem gerar seu próprio insumo e economizar. Para esclarecer e incentivar essa nova onda de negócios, ocorreu nesta terça-feira, 15 de agosto, o I Fórum de Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis no RS –Tecnologia e Inovação. O evento reuniu mais de 500 participantes na sede da Fiergs, em Porto Alegre, uma iniciativa do SEBRAE RS, da Fiergs, do Instituto Senai de Tecnologia em Petróleo, Gás e Energia e do Governo do Estado.

Ayrton Pinto Ramos, diretor Técnico do SEBRAE RS, representou a instituição na abertura do evento (Foto: SEBRAE/RS)

O diretor Técnico do SEBRAE RS, Ayrton Pinto Ramos, representou a entidade na abertura oficial do evento e ressaltou a significativa participação de empreendedores e interessados no tema, que lotaram o auditório da Federação das Indústrias. “Este fórum, viabilizado a partir de muitas mãos, agrega conhecimento aos empreendedores que estão em busca de alternativas para alavancar a sua competitividade. Entendemos que este tema é rico em oportunidades para os pequenos negócios, seja na prestação de serviços ou ofertando equipamentos.”

A denominação de Geração Distribuída de Energia tem sido a forma como o mercado se refere ao uso cada vez mais intenso de tecnologias que permitem ao usuário produzir o próprio insumo. E isso já ocorre no Brasil e no Rio Grande do Sul há alguns anos. O Ministério de Minas e Energia prevê que, até 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão gerar sua própria energia de forma total ou parcial. Isso pode representar que indústrias, residências, comércios e propriedades rurais produzam 23.500 MW de energia limpa e renovável, o equivalente à metade do que é gerado atualmente pela Usina Hidrelétrica de Itaipu. Do ponto de vista ambiental, além das fontes serem renováveis, o Brasil pode evitar que sejam emitidos 29 milhões de toneladas de CO² na atmosfera.

A iniciativa de realização do Fórum de Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis no RS tem o objetivo de incentivar a ampliação dos investimentos nessa área, buscando a convergência entre uma legislação que estimule a produção, reduza os preços da energia, gere mais confiabilidade ao sistema elétrico e ganhos importantes na perspectiva ambiental. As micro e pequenas empresas podem ser beneficiadas como produtoras e consumidoras de suas próprias energias.

O crescimento das placas fotovoltaicas

A programação do Fórum explorou as diferentes formas de geração de energia com fontes renováveis. É o caso da tecnologia solar. A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) estima que esse tipo de geração irá se expandir dez vezes mais em 2017 do que cresceu em 2016 no Brasil. Até dezembro, a previsão é de que o País chegará à marca de 1000 MW de capacidade instalada, chegando no topo da lista dos 30 principais geradores a partir dessa fonte energética no mundo.

Além disso, debater a geração de energia distribuída com fontes renováveis ajudará a entender os benefícios para o setor elétrico. Como a produção fica no próprio local do consumo, a necessidade de infraestrutura de transmissão elétrica se torna nula e evita perdas. Contudo, as relações de troca entre os consumidores e as companhias que operam o sistema nacional, bem como as regulamentações, ainda precisam ser tratadas no âmbito das políticas públicas que incentivem investimentos.

Especificamente no Rio Grande do Sul, atividades que integram diversos segmentos da indústria, como metalmecânico, metalurgia, eletroeletrônico, veículos e equipamentos de transporte, sistemas de automação e controle, máquinas e equipamentos apresentam condições para sustentar um polo produtivo referencial de energia em muito pouco tempo. Universidades e seus parques tecnológicos integrados às empresas já se tornaram centros de inovação, troca de ideias, startups de alto rendimento e bons resultados

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