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Oficina mostra o que fazer do lixo eletrônico

21/06/12

Da Redação

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Legislação determina que fabricante se responsabilize pelos resíduos e integre cooperativas na reciclagem do material

Rio+20

A multiplicação de celulares, computadores, tablets e tantos outros aparelhos eletrônicos tem um efeito colateral: o lixo tecnológico. Onde e como descartá-lo? A oficina TI Verde e a Destinação de Resíduos Eletrônicos: Ganhos Econômicos e Ambientais, que aconteceu no Espaço Sebrae de Educação, no Parque do Flamengo, esclareceu dúvidas sobre a reciclagem, métodos de coleta alternativa e as vantagens do descarte correto para a economia e o meio ambiente.

O Espaço Sebrae de Educação faz parte da programação da instituição na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

Para o carioca Fabiano Freitas, 30 anos, empresário do ramo de informática, a oficina chegou em muito boa hora. O objetivo dele era saber o que fazer com placas, baterias e fios de computadores que contêm materiais tóxicos como cobre e chumbo. A política de resíduos sólidos também interessa bastante ao empreendedor. “Acabei de abrir uma empresa e esta é uma oportunidade de manter-me em dia com as políticas públicas e também atuar de forma responsável, em sintonia com as novas exigências do mercado”, define Fabiano.

Os palestrantes Juliana Antunes, sócia e administradora da Agência de Sustentabilidade, e Paulo Braga, da By3 Comunicação Design, lembraram que a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que tem na logística reversa seu ponto alto, visa à inclusão social. A norma diz que, uma vez descartados, componentes e embalagens são de responsabilidade do fabricante.

“A logística reversa é viável. Um exemplo disso são os países europeus, que encontraram soluções compatíveis com a realidade deles. A diferença é que, no Brasil, pensou-se uma forma de integrar os catadores e as cooperativas, buscando recolocação profissional dessas pessoas”, destaca Juliana. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), de 2005, o Brasil produz cerca de 360 mil quilos de e-lixo, o chamado lixo tecnológico.

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