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Número de mulheres que geram emprego no Estado cresceu mais de 30% em 10 anos

11/02/15

Da Redação

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Pesquisa divulgada pelo SEBRAE revela que, no mesmo período, o índice de empregadores gaúchos caiu 3%

Da Redação

Número de gaúchas que geram empregos cresceu 30% em 10 anos (Foto: Banco de Imagens)

Porto Alegre – O Rio Grande do Sul está entre os estados que registram o maior número de mulheres que geram emprego no País. Os dados integram o Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas, elaborado pelo SEBRAE em parceria com o Dieese. No Rio Grande do Sul, são 82 mil empresárias com pelo menos um funcionário registrado em 2012. Uma expansão de 30,16% em comparação com o número de empregadoras de 2002. Já a quantidade de homens que geram emprego no Estado vem caindo. Passou de 186 mil em 2002 para 180 mil após uma década, uma redução de 3,23%.

O crescimento do índice gaúcho de empregadoras ainda é maior que o apontado na média nacional, com um aumento de 19% em dez anos. A pesquisa revela ainda que, no mesmo período, o número de empregadores no País evoluiu apenas 3%. O estado com mais mulheres que geram emprego é São Paulo, com 276 mil, seguido por Minas Gerais, com 136 mil, e pelo Paraná, com 86 mil. O Rio Grande do Sul ocupa a quarta colocação com 82 mil. Em quinto aparece o Rio de Janeiro com 60 mil.

A região Sul também se destaca pela evolução do número de empregadoras. Enquanto no Norte o aumento entre os anos de 2002 e 2012 foi de 44,12%, os três estados do Sul registraram um incremento médio de 39,51% no número de mulheres que geram emprego no mesmo período. No Centro-Oeste esse índice aumentou 38,89%, no Sudeste 11,06% e no Nordeste a expansão em uma década foi de apenas 5,99%.

Segundo a gerente de Atendimento Individual do SEBRAE/RS, Viviane Ferran, vários aspectos podem ser considerados para este crescimento de empreendedoras que estão gerando empregos no Estado. Uma delas é a formalização de mulheres, que já exerciam alguma atividade econômica, através do Microempreendedor Individual (MEI), sistema jurídico que permite a contratação de um funcionário. “Além disso, podemos destacar a inconformidade com as diferenças salariais entre gêneros, levando as mulheres a optarem pela carreira solo, e o fato de, cada vez mais, exercerem o papel de chefes de família”. Para Viviane, abrir uma empresa em casa ou próximo de casa, por exemplo, pode ser uma boa ideia”. A gerente lembra, ainda, que as mulheres empreendedoras são mais escolarizadas do que os homens, contribuindo para o sucesso dos negócios.

Nacionalmente, a ampliação no número de mulheres empregadoras foi um pouco superior ao do total de empreendedoras como um todo (empregadoras e as que trabalham por conta própria). Entre os anos 2002 e 2012, o número de mulheres empreendedoras cresceu 18%, o de homens 8% e o total 11%. Atualmente, elas são donas de 31% das micro e pequenas empresas brasileiras.

Outra revelação interessante da pesquisa é que, além do aumento do número de empregadoras ser bem superior que o de empregadores, o número de mulheres que trabalham nas micro e pequenas empresas quase dobrou em um prazo de dez anos. Em uma década, o crescimento de mulheres funcionárias de pequenos negócios no país cresceu 93%, enquanto que o de homens foi de 57%.

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