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Indústria florestal

7 pontos para pensar o desenvolvimento da Amazônia Legal

31/07/17
Andrei Carletto

Andrei Carletto

Gerência de Indústria, Comércio e Serviços

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Governo, ONGs e empresas têm se unido nos últimos anos para pensar formas de desenvolvimento que sejam sustentáveis e utilizem os recursos disponíveis com racionalidade

A Amazônia Legal, denominação para uma determinada área da Floresta Amazônica pertencente ao Brasil e que ocupa 9 estados da federação, possui uma população total de 25 milhões de pessoas e enfrenta historicamente problemas com o desmatamento. Estima-se que a região já perdeu 18% da sua cobertura vegetal. Por isso, governo, ONGs e empresas têm se unido nos últimos anos para pensar formas de desenvolvimento que sejam sustentáveis e utilizem os recursos disponíveis com racionalidade.

Em 2012, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o Fórum Nacional de Atividades de Base Florestal apresentaram o relatório Subsídios e Proposições para a Formulação de uma Política Industrial Sustentável para a Amazônia. Essa é uma leitura importante para todas as pessoas que se interessam em conhecer as oportunidades e carências para a indústria moveleira e florestal na região. Veja alguns pontos que merecem destaque:

1) Redução da informalidade
Uma das principais constatações é de que a informalidade nas relações de trabalho e registro são muito comuns na região. Em torno de 75% das empresas não possuem CNPJ, contratam sem carteira assinada e não se importam em adquirir madeira de procedência desconhecida. A desorganização do governo é identificada como um dos pontos que agrava a situação.

2) Legislações aplicáveis
As principais legislações que devem ser observadas para trabalhar na região são as de Áreas de Preservação Permanente (APP), Reserva Legal, Autorização de Supressão de Vegetação Natural e Plano de Suprimento Sustentável e Reposição Florestal Obrigatória.

3) Melhorias na fiscalização
O relatório identificou que a fiscalização na Amazônia Legal é fraca na parte de exploração florestal, mas muito presente nas áreas de transporte e unidades industriais. Seria necessário melhorar a infraestrutura para o monitoramento das ações.

4) Falta mão de obra
Os empresários da região identificam que a baixa presença de mão de obra qualificada torna, muita vezes, inviável a permanência e operação de empresas na região, principalmente as florestais. Baixo tempo de estudo e analfabetismo são os principais itens que precisam ser combatidos.

5) Acesso à internet
O acesso a meios de comunicação, principalmente a internet, precisa ser melhorado para que tanto as populações consigam exercer melhor sua cidadania quanto o desenvolvimento econômico possa acontecer. No caso das empresas, o acesso à internet pode potencializar o escoamento da produção por meio de vendas online.

6) Infraestrutura básica
As redes de energia carecem de integração, o que faz com que o fornecimento não seja constante. O acesso a saneamento básico não é generalizado, o que estimula a proliferação de doenças e falta de água potável. A estrutura de transportes também precisa ser repensada.

7) Organização do setor
As empresas do setor florestal madeireiro precisam potencializar a organização do setor, aumentando os níveis de produtividade, utilizando novas tecnologias, qualificando mão de obra e realizando um melhor aproveitamento de resíduos.

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