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Mais um passo na busca de inovação para a cadeia coureiro-calçadista

29/04/15

Da Redação

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Encontro realizado em parceria com SEBRAE/RS, SEBRAE/SC, SEBRAE/ PB e SEBRAE Nacional, reuniu instituições parceiras e envolvidas no setor

Da Redação

Evento ocorreu na sede do SEBRAE/RS em Porto Alegre (Foto: SEBRAE/RS)

Porto Alegre – Um encontro de cooperação para aumentar a busca de soluções tecnológicas e de competitividade das pequenas empresas reuniu entidades representativas da cadeia produtiva do setor coureiro-calçadista e instituições que dispõem de tecnologia especializada e necessária para o setor. Este foi o objetivo da reunião de trabalho do projeto Rede de Serviços Tecnológicos (RST) realizada na tarde de quarta-feira, 29 de abril, na sede do SEBRAE/RS. “Como a fase de visitas e diagnósticos já foi realizada, no encontro de hoje nós queremos disparar o segundo pilar que é a criação da rede, esclareceu o técnico da Gerência da Indústria do SEBRE/RS, Paulo Bruscato.

Ele citou empresas que estão fazendo sucesso a partir do RST. Um exemplo é a Tecsistel Sistemas Eletrônicos Ltda, de Novo Hamburgo, que foi finalista do Prêmio Nacional de Inovação. “Desde o início do programa em 2013, só no RS foram oferecidas 1.403 soluções para as 431 empresas que aderiram ao projeto. São ações do SEBRAETEC, do Agentes Locais de Inovação (ALI), melhorias de processos, cursos, consultorias, entre outras capacitações. São soluções de toda ordem, em design, em processo produtivo, em sustentabilidade, em gestão”, completou Bruscato.

O diretor Técnico do SEBRAE/RS, Ayrton Pinto Ramos, participou do encontro e disse que o RST é uma soma de esforços do Sistema SEBRAE, no sentido de entender as demandas tecnológicas deste setor e poder promover melhorias em tecnologia nas empresas com objetivo de gerar maiores resultados. “As pequenas empresas, além de participar e se inserir em novos mercados, também terão condições de competir com novos entrantes que possam surgir”, ressaltou.

A coordenadora do RST do SEBRAE Nacional, Anna Patrícia Teixeira Barbosa, explicou que o desenvolvimento do projeto é focado na demanda de serviços tecnológicos para os três polos coureiro-calçadistas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraíba e, ainda, para os polos moveleiros (Belo Horizontes e Arapongas no Paraná). “Neste momento nós estamos promovendo uma integração para a formação da rede, que é um ambiente de integração entre entes da governança do território ou do polo. Nós estamos falando de universidades, de institutos tecnológicos, de associações de classe. Tudo isso para agregar valor e competitividade às empresas e aos seus produtos, através de soluções tecnológicas. ”Segundo ela, o encontro serviu para mostrar o que já foi feito, ou seja, o resultado do levantamento da demanda de serviços tecnológicos e para que as entidades se adequem para ofertar soluções às empresas que compõem o projeto RST.

A diretora do Instituto Bye Brasil, Silvana Dilly, disse que o mais importante para as pequenas empresas é trabalhar a identidade dela alinhada à identidade do seu produto. “A gente tenta mostrar aos empresários que tem muita mercadoria chegando do exterior e que eles podem ser competitivos não só através de preço ou qualidade, e sim por meio de uma identidade de produto”. O instituto, com sede em Novo Hamburgo, trabalha com design, inovação e sustentabilidade para o sistema moda.

A superintendente da Assintecal, Ilse Maria Biason Guimarães, associação que representa as empresas de materiais e insumos que compõem os calçados, disse que a iniciativa do SEBRAE em desenvolver o RST é motivo para agradecer e brindar, porque conjuga a oferta e a demanda que impulsiona todo um setor. “Isso é algo inovador e que trouxe surpresas para o setor. Nós estávamos convivendo numa zona de conforto e talvez não estivéssemos vendo o grande espaço que pode ser preenchido em cima de uma palavra mágica que se chama cooperação”, disse satisfeita.

Histórico

O RST é um projeto desenvolvido pelo SEBRAE, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Centro de Tecnologia e Qualidade do Setor de Móveis da Região de Mache (COSMOB), da Itália, com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), do Fundo Multilateral de Investimentos (FOMIN) e da Universidade de Camerino, da Itália.

A parceria SEBRAE-BID-COSMOB foi iniciada em 2008, junto ao segmento de madeira e móveis da Amazônia brasileira, especificamente nos estados do Amazonas e Pará. A ideia era gerar competitividade e difundir soluções tecnológicas para o desenvolvimento sustentável das empresas. Fundado em 1984, o Cosmob reúne 250 empresas da cadeia de móveis da Itália.

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