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Gaúchas são finalistas do Prêmio Mulher de Negócios

24/02/15

Da Redação

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Vencedoras serão reveladas em cerimônia no dia 5 de março na sede do SEBRAE Nacional

Da Redação

Patrícia, Cristiane e Flávia representarão o RS na etapa nacional da disputa (Foto: SEBRAE/RS)

Brasília – O empreendedorismo das gaúchas estará representado no Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios. O mais importante reconhecimento às empresárias do País será concedido em evento que ocorre no dia 5 de março, das 8h30 às 16h, na sede do SEBRAE Nacional, em Brasília. O prêmio é uma parceria entre o SEBRAE, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), a Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais do Brasil (BPW) e a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Três gaúchas estarão disputando a grande final: Cristiane Marcante, de Caxias do Sul; Flávia Malacarne, de Erechim; e Patrícia Conceição Benevides, de Rio Grande.

A técnica da Gerência de Atendimento Individual do SEBRAE/RS Roseli Martins da Rosa explica que premiação contempla três categorias: pequena empresa, voltada para as proprietárias de micro e pequenas empresas que estejam estabelecidas formalmente; produtora rural, categoria que reconhece mulheres que exploram atividades agrícolas, pecuárias ou pesqueiras, nas quais não sejam alteradas a composição e características do produto in natura; e empresária individual, que premia o destaque entre as que trabalham por conta própria e com faturamento anual de até R$ 60 mil ao ano. “O objetivo é identificar, selecionar e premiar os relatos de vida de mulheres empreendedoras que transformaram seus sonhos em realidade e cuja vida hoje é exemplo para outras que também querem realizar seu próprio sonho de empreendedora”, destaca Roseli.

Patrícia Benevides, de Rio Grande, é uma delas. Vencedora estadual na categoria Microempreendedora Individual, ela reverteu uma história de insucesso em uma empresa que vem dando certo. Dona da Empório do Fio, a empresária viu seu primeiro negócio de confecção, em 2005, ruir em menos de um ano. Faltava foco. Mas o espírito empreendedor falou mais alto e ela investiu em um novo projeto. “Optei por abrir uma confecção voltada ao mercado de roupas de cama, pois a cidade estava crescendo muito, com novas pessoas e famílias em função do Polo Naval. Então, vi que a parte de imobiliária e de hotelaria estavam em amplo crescimento e era um tipo de material sem concorrentes na cidade”, relata. Para construir sua empresa, Patrícia contou com apoio do SEBRAE ao participar de cursos como Empretec e projetos de consultoria individual. Agora, a gestora está atenta ao mercado e vê que os rumos do setor naval estão mudando. É preciso repensar o negócio, mas agora de forma muito mais segura e embasada.

A vencedora da categoria pequenos negócios também acalentava o sonho do empreendedorismo há muitos anos. Cristiane Marcante nasceu em Nova Pádua e superou a origem humilde para se tornar empresária. “Frequentei cursos gratuitos até conquistar a vaga de menor aprendiz na fábrica de Móveis Florense sempre com o objetivo de me tornar empresária no segmento de decoração”, recorda. Começou com um bazar, em um sua cidade natal, depois inaugurou uma loja maior em Caxias do Sul. Enfrentou dificuldades por não conhecer o mercado e as características da cidade, mas não desistiu. Buscou parcerias com lojistas, promoveu exposições, divulgou artistas e resolveu estudar Administração de Empresas para buscar conhecimentos. Virou um exemplo de gestão, com controle do negócio, gerenciamento de equipe e cuidados para manter um bom clima organizacional. Atualmente, Cristiane está à frente de grandes projetos, como o Circulação da Arte, na 3ª edição, com 50 ônibus que circulam em vários bairros da cidade com reproduções de obras de arte nos vidros traseiros, além de distribuir outras réplicas das imagens para escolas públicas e particulares. A menina simples do interior acabou se transformando em mecenas da arte e da educação.

A produtora rural que se destacou no Estado transformou uma pequena estufa de flores e um negócio sustentável que é referência em estrutura e organização. Flávia Malacarne, de Erechim, se formou em Matemática, mas seu chão sempre foi o agronegócio. Em 2007, participou de um seminário sobre floricultura, que acabaria transformando sua vida. A iniciativa fazia parte do Projeto Juntos para Competir (FARSUL, SENAR-RS e SEBRAE/RS) e lá Flávia ficou sabendo que um produtor iria se desfazer de algumas mudas de rosas. “Comecei a construir a minha primeira estufa com apenas 200 metros quadrados e consegui plantar somente metade dela. Nossa primeira grande colheita foram dez dúzias de rosas”, lembra. Desde então, o negócio não parou de crescer. Hoje são 8 mil metros quadrados de estufa com diversos tipos de flores, uma equipe de seis funcionários, entre fixos e temporários e um sítio estruturado na área financeira, de produção e comercialização. Tudo isso, sem descuidar da parte ambiental. “Temos na empresa rural o registro de reserva legal, além de preservação de fontes d’água, árvores nativas e coleta de água da chuva para irrigação”, orgulha-se a empresária.

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