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Fórum mostra a importância do cooperativismo de crédito

21/08/12

Da Redação

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Sebrae aponta o sistema como fundamental para quem busca suprir necessidades de acesso a serviços financeiros

Da Redação

Evento contou com a participação dos diretores Técnicos do Sebrae Nacional e do Sebrae/RS (Foto: Sebrae/RS)

Nova Petrópolis – No 3º Fórum Nacional sobre Cooperativas de Crédito de Micro e Pequenos Empresários e Empreendedores, promovido pelo Sebrae em parceria com a Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras), o foco central dos debates foi a importância do sistema para quem busca suprir necessidades de acesso a serviços financeiros. Realizado no Centro de Eventos de Nova Petrópolis, o evento contou com a participação dos diretores Técnicos do Sebrae Nacional, Carlos Alberto do Santos, e do Sebrae/RS, Marco Kappel Ribeiro.

Integrando a programação do 9º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred), o Fórum teve, em sua abertura, a palestra O Desafio do Cooperativismo de Crédito na Conjuntura Atual, ministrada por Carlos Alberto dos Santos. Em sua apresentação, ele abordou alternativas de crescimento do modelo por meio dos pequenos negócios. Para o diretor Técnico do Sebrae Nacional, “as cooperativas de crédito podem ter papel preponderante na oferta e acesso ao crédito pelos pequenos negócios, à medida que oferecem taxas e juros menores, menos burocracia e mais agilidade no atendimento”.

Segundo ele, o principal desafio para aumentar sua capacidade competitiva e atingir os dois dígitos de participação no Sistema Financeiro Nacional (SFN), é ampliar a capilaridade do atendimento a sua clientela, a baixo custo, em lugares de pouca ou nenhuma presença de instituições financeiras convencionais, e massificar a oferta de serviços financeiros diferenciados. “Para tanto, as cooperativas precisam continuar se equipando de recursos humanos e tecnológicos que estabeleçam uma rotina de procedimentos capaz de recolher, classificar, analisar e dar suporte a decisões que tenham, de fato, vínculo com o mercado. O profissionalismo operacional, em seus mais diversos níveis, é imprescindível porque o cenário para 2015 é de grande ampliação do público-alvo comum ao dos bancos”, destacou Carlos Alberto.

O diretor técnico do Sebrae/RS, Marco Kappel Ribeiro, concorda com as afirmações de Carlos Alberto do Santos, ressaltando “o papel importantíssimo que as cooperativas de crédito vêm tendo no crescimento dos pequenos negócios no Rio Grande do Sul. Prova disso, é o fato de Nova Petrópolis ser considerada a Capital Nacional do Cooperativismo de Crédito, pois aqui nasceu, em 1902, a primeira instituição desse modelo, a Sicredi Pioneira RS”. Kappel lembrou, também, que o Sebrae trabalha em parceria com as cooperativas para facilitar o acesso dos pequenos negócios ao crédito e serviços financeiros.

Pesquisa

Durante o Fórum, foi apresentada pelo Sebrae Nacional pesquisa que retrata a atuação das cooperativas de crédito com as MPEs no Brasil. Realizado com o apoio do Banco Central do Brasil e da Organização das Cooperativas do Brasil, o estudo mostra que as 235 instituições pesquisadas atendem em média 7.638 cooperados. Dois terços destes são potenciais clientes do Sebrae pois representam além das MPEs, os Empreendedores Individuais, os Produtores Rurais e os Profissionais Liberais.

Na percepção das cooperativas, 25% de empresários formais contratam empréstimos como pessoa física, mas utilizam os recursos em suas empresas. Os créditos contratados com MPEs em média correspondem a R$ 22.855,00 com um prazo, em sua maioria, de até 12 meses. Cerca de 50% dos serviços contratados por micro e pequenas empresas se refere a serviços de crédito com taxas médias de juros mensais que variam de 1,0 a 6,0% a depender da espécie de serviço.

As cooperativas, de uma forma geral, sugerem parcerias com o Sebrae, sendo que uma em cada quatro destas já realizam algum tipo de parceria com a instituição. Elas afirmaram, também, que atendem as MPEs de forma diferenciada, com pouca burocracia e com taxas de juros mais competitivas.

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