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Ecossistema Empreendedor marca a abertura do 3º Fórum de Empreendedorismo

28/09/12

Da Redação

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Profissionais e instituições debateram tendências, cenários e dados para quem quer empreender

Da Redação

Tendências, cenários e dados para quem quer empreender foram temas de debate (Foto: João Alves)Porto Alegre – Na abertura da 3ª edição do Fórum de Empreendedorismo, uma das atrações da Feira do Empreendedor 2012, na tarde desta sexta-feira, 28, o primeiro grande tema em debate foi o Ecossistema Empreendedor. Já neste sábado, 29, o foco será as Tendências do Mundo Digital. As palestras e os debates ocorrem no Centro de Convenções da Fiergs, na Capital.

Ao dar início as atividades do fórum, o superintendente do Sebrae/RS, Léo Hainzenreder, salientou que empreendedorismo é uma palavra que está na moda, mas muita gente ainda desconhece seu real significado. “Empreender é igual a decidir, realizar um objetivo difícil, por em execução uma ideia. É preciso ter muita força de vontade para ser um empreendedor de sucesso”, afirmou.

A primeira parte da programação foi o talk show: Ecossistema Empreendedor, no qual profissionais e instituições renomadas que compõem o ecossistema empreendedor regional, nacional e mundial debateram tendências, cenários e dados do empreendedorismo.

Foram painelistas, o brasileiro Fernando Gouveia, gerente de Operações Internacionais da Plug and Play Tech Center, dos Estados Unidos; Guilherme Masseroni, da Associação Brasileira de Startups; Luciano Andreatta, da Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico do Rio Grande do Sul; João Otero, fundador da Startup Spotwish; Sandra Schafer, da Tecnosinos; Naira Libermann, coordenadora do Núcleo Empreendedor da PUCRS; e Yuri Gitahy, da Aceleradora. O mediador do talk show foi o jornalista e editor do site Startupi, Diego Remus.

A tônica da discussão girou em torno da análise sobre o ambiente para investimentos em start-ups, empresas nascentes com ideias de inovação e pesquisa em alta tecnologia, nas mais variadas áreas. Para os debatedores, é essencial que o empreendedorismo funcione como um triângulo formado por conhecimento, gestão e capital – este último no qual seu fundo se encaixa. Em alguns casos, algum dos vértices tem uma importância maior, mas na maioria das empresas, se equivalem.

Avanços no volume e na natureza das empresas iniciantes são um tipo de fenômeno capaz de mudar a cara de um país. É nas pequenas empresas, rápidas e rebeldes, que costumam surgir grandes inovações. São também esses negócios iniciantes que colocam fermento na necessária competição, conferindo dinamismo aos mercados Desenvolver um ecossistema empreendedor é hoje o sonho de muitos governos. A dinâmica de um ecossistema envolve interações de elementos como cultura, acesso a capital, mercados.

Isoladamente, muitos deles até podem estimular a atividade empreendedora por algum tempo. Mas não são suficientes para sustentá-la no longo prazo. Em boa medida, é o que vem ocorrendo no Brasil, onde existem cada vez mais estudantes empenhados em criar carreiras de sucesso a partir de ideias próprias e projetos de empreendedorismo. Para os painelistas do talk show, é preciso incentivar essas iniciativas, mas tendo o cuidado de não apoiar ações fadadas a não obterem sucesso.

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