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Inovação e Tecnologia

Sebrae conecta empresas de tecnologia as cadeias produtivas no RS

07/07/17
Debora Chagas

Debora Chagas

Gerência Setorial da Indústria

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“O resultado esperado é uma maior especialização das empresas de TI e, nas cadeias produtivas, novas soluções, produtos e serviços”

Às vezes a cadeia produtiva se vê sem tecnologia, e a tecnologia de ponta se vê sem demanda de mercado. Para atar esses nós, o SEBRAE RS lançou 5 projetos que irão conectar startups e empresas de tecnologia da Informação (TI) a empresas das áreas da saúde, moda, agronegócios, alimentos, educação, metalmecânico e móveis.

A ideia é que a aproximação contribua para gerar negócios e desenvolver novos produtos e serviços, com base em problemas e necessidades reais desses setores. A tecnologia ganha propósito, e a cadeia produtiva ganha automação, digitalização e melhorias em produtividade e ganhos de escala. “O resultado esperado é uma maior especialização das empresas de TI e, nas cadeias produtivas, novas soluções, produtos e serviços”, explica a coordenadora setorial dos programas de TI e startups do SEBRAE RS, Débora Chagas.

São cinco projetos envolvendo sete diferentes cadeias produtivas. O programa foi organizado após uma análise da densidade geográfica das empresas de tecnologia e das respectivas vocações e tradições de cada região do estado. Reconhecida como um Polo de Saúde com grandes hospitais e clínicas, Porto Alegre sediará o Digital Saúde. Polo calçadista e reconhecido pela contribuição na cadeia de moda gaúcha, a região do Sinos sediará o Digital Moda. Com forte indústria metalmecânica e moveleira, a Serra concentrará o Digital Metal-Móveis. A região Sul reconhecida pelo agronegócios e pela indústria de alimentos será beneficiada pelo Digital Agro-Alimentos. Por fim, na região Central do estado será trabalhado o Digital Educação por todo o reconhecimento de Santa Maria como um polo de educação e potencialidades nesta área.

A especialidade nas oportunidades de mercado em cada região fortalece a conexão das empresas digitais com as cadeias devido à proximidade, mas não cria fronteiras. Segundo Débora, a expectativa é de que os projetos se conectem entre si e possam gerar oportunidades entre as empresas, abrindo canais de mercado entre as diferentes regiões. Para a modelagem dos negócios, as empresas inscritas não apenas terão um consultor à disposição, como poderão participar de rodadas de negócios, desafios para desenvolver novas soluções no seu segmento, workshops, missões e feiras específicas para cada setor. As atividades começaram em abril de 2017 e se estendem até outubro de 2018. De acordo com a coordenadora do Sebrae, as empresas digitais que tiverem interesse nestes projetos devem procurar o SEBRAE nestas regiões para verificar se ainda existem vagas.

 

Coordenadora setorial dos programas de TI e startups do SEBRAE RS, Débora Chagas – 51.99996.0499

deborab@sabrae-rs.com.br

 

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