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Economia Criativa

Oportunidades de impacto

Conheça os ramos mais comuns no Brasil para os negócios de impacto social

17/01/17
Amanda Paim

Amanda Paim

Gerência Setorial do Comércio e Serviços

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Na hora de criar um negócio de impacto social, é fundamental estar conectado com o seu propósito e com as mudanças que você quer causar na sociedade

Na hora de criar um negócio de impacto social, além de ser muito importante estar conectado com sua ideia motivadora, seu propósito e com os impactos que essa ação pode deixar na sociedade, é importante saber quais são os ramos mais escassos e com carências e unir essas duas grandes vertentes, fazendo disso uma oportunidade de negócio. No Brasil, atualmente os setores da educação, saúde, serviços financeiros e habitação vêm ganhando visibilidade. Conheça algumas empresas de cada área.

Na área da educação, é possível citar o exemplo da Geekie, uma plataforma de ensino adaptativo, em que o estudante faz testes que mostram qual o seu perfil de aprendizado e recebe conteúdo com base no resultado. O foco é ajudar jovens a se preparar para o vestibular e corrigir defasagens em relação ao que é esperado na idade escolar do aluno. “As pessoas não aprendem da mesma forma, mas o sistema de ensino é igual pra todo mundo. Nós temos o desafio de criar um produto que entenda como cada pessoa aprende melhor”, apresenta o co-fundador da empresa, Claudio Sassaki.

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Na saúde, a Doutor Agora busca preencher a lacuna de mercado que faz com que muitas pessoas das classes populares não consigam consultas na atenção primária. A empresa pretende instalar consultórios próximos a locais de grande fluxo de pessoas, como estações de metrô e escolas. São oferecidos atendimentos a preços populares e facilidade de agendamento. “Nossa estrutura é simples – 30 metros quadrados, um médico e uma recepcionista – e conseguimos entregar um atendimento com alto grau de qualidade”, explica o CEO Luiz Guilherme Berardo.

Nos serviços financeiros, o Jeitto é um negócio que pretende fornecer acesso a pequenas quantidades de crédito para que os trabalhadores de baixa renda possam resolver problemas pontuais, como colocar créditos no telefone pré-pago ou quitar uma conta que não coube no salário. O usuário cadastra seus dados e, caso tenha o crédito aprovado, recebe até 150 reais por mês para utilizar como quiser. A devolução deve acontecer no mês seguinte com juros. “Temos a opção de pagamento à vista via aplicativo Meu Jeitto, que não permite o parcelamento”, conta o empresário João Lencioni, um dos responsáveis pela fintech (empresas com o objetivo de criar soluções para o setor financeiro com base na tecnologia).

Pensando em habitação, o Vivenda é um programa de reforma de baixo custo para residências. Os empreendedores entenderam que há muita demanda por pequenas reformas domiciliares na classe C, mas falta qualidade na compra dos materiais e execução do serviço. A ideia é que a pessoa contrate de uma vez só a obra inteira e faça o pagamento parcelado, em vez de preocupar-se com todos os aspectos dela.

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