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A maternidade aliada ao empreendedorismo

As necessidades com os filhos podem ser os gatilhos que algumas empresárias necessitavam para começar, ou até mesmo, expandir seus negócios

12/05/17

Da Redação

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A empresária Carla Faccin percebeu uma oportunidade de negócio a partir da maternidade (Foto: Arquivo Pessoal)

A empresária Carla Faccin percebeu uma oportunidade de negócio a partir da maternidade (Foto: Arquivo Pessoal)

Datas comemorativas costumam ser bons exemplos do impacto do empreendedorismo na vida das pessoas. No caso do Dia das Mães, trata-se de uma lembrança que vai além da homenagem que se costuma fazer. Maternidade e negócios podem gerar mudanças extremas nas vidas das pessoas e ser uma combinação do tipo ponto de partida. Empresas que começaram a partir da necessidade de mulheres que se tornaram mães existem em todas as áreas e o SEBRAE RS está sempre a postos para apoiar essas iniciativas.

Quando sua primeira filha nasceu, em 2008, Carla Faccin notou a falta de lojas especializadas em roupa infantil em Santa Maria. Esse foi o impulso que faltava para a empresária abrir seu próprio negócio na área de vestuário, Maçã Verde for Kids. “Eu viajava até outras cidades para comprar roupas e acabava revendendo parte, vi ali uma oportunidade de empreender e ainda ficar perto da minha filha. Desde então consultei o SEBRAE RS várias vezes para expandir a loja”, conta.

A gerente de Relacionamento com Clientes do SEBRAE RS, Viviane Ferran, chama a atenção para a necessidade de analisar antes se aquela oportunidade que está na sua frente é realmente algo a ser perseguido, podendo tornar-se um negócio, ou apenas um gosto muito individualizado. “Isso porque, quando uma mulher se torna mãe, começa a ver uma realidade que antes não percebia. No SEBRAE podemos ajudar nessa orientação esclarecendo e direcionando melhor determinada ideia que possa ter surgido a partir de uma necessidade”, diz.

E foi, justamente, uma conjuntura favorável que incentivou o negócio de Maristela Chiappin crescer. Há 29 anos, recém-formada no magistério, recebeu uma boa proposta e fundou a escola de Educação Infantil Caminho do Saber, em Caxias do Sul. Mais tarde, quando o filho mais velho precisava ir para o ensino Fundamental, Maristela viu ali a necessidade de fornecer um ensino de qualidade e abriu assim uma filial mais avançada e, adiante, uma de Ensino Médio para acompanhar a graduação do filho. “Inicialmente quis mostrar que era possível aprender brincando e quebrar a resistência que existia com as escolinhas para crianças pequenas. Porém, quando chegou a minha vez de procurar algo além, pensei – ‘Que tipo de educação quero para os meus filhos?’ E isso me fez ir além”, explica animada. A rede de ensino Caminho do Saber conta hoje com mais de 1.400 alunos. “Se não dermos o primeiro passo nunca iniciaremos a caminhada. E sempre contei com o SEBRAE ao longo dos anos, pois uma pedagoga precisa de toda a ajuda possível para administrar um negócio.”, comenta.

Segundo Viviane Ferran, a atitude de empreender, que surge a partir da maternidade, é reflexo, muitas vezes, da necessidade que as mulheres sentem em participar mais efetivamente da criação e educação dos filhos, ou também porque não têm condições financeiras de mantê-los em uma creche ou contratar um profissional para cuidá-los como, por exemplo, uma babá. “Neste caso, é importante equilibrar os cuidados necessários com a empresa e também com os filhos. É mais um desafio para as mulheres, muitas vezes, mães e pais de família”, conclui.

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